quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Dilma deve fechar cursos técnicos no Paraná. E a APP e a Upes não falam nada?


O governo Dilma Rousseff (PT) determinou e a UTFPR deixará de oferecer vagas para o ensino médio e para dois cursos técnicos de nível médio a partir de 2017. Segundo a escola, a mudança tem a ver com a transição entre o antigo centro tecnológico e a atual universidade. Em 2020 devem ser formados os últimos alunos do ensino médio. A escola técnica tem mais de 50 anos, As informações são do portal G1 PR.

Já a APP-Sindicato, Upes, UNE e UPE que se arvoram defensores a da educação, até agora não deram um pio, não falaram nadica de nada. Nem uma ocupaçãozinha sequer. A professora Marley e o deputado Professor Lemos, ambos do PT, só são leão quando se trata do governo estadual, mesmo reconhecendo os avanços para a categoria nos últimos cinco anos. Já com o governo da companheira Dilma, agem como tchutchuquinhas.

De acordo com a reportagem, As duas próximas seleções para estudantes do ensino médio devem ocorrer no primeiro e no segundo semestres de 2016. Serão oferecidas 80 vagas ao longo do ano, metade das vagas abertas em 2015.

Embora não atinja os atuais estudantes matriculados, a mudança foi vista com preocupação na UTFPR. A instituição já foi premiada várias vezes como o melhor colégio de ensino médio do Paraná. “Essa decisão que a direção quer tomar agora contra a própria lei que a estabelece e a essência da instituição”, diz o presidente do grêmio estudantil Guilherme Pavesi.

O pró-reitor da UTFPR, Carlos Henrique Mariano, diz que o fechamento do ensino médio e dos cursos de mecânica e eletrônica foi levado em conta não só pela mudança do foco da instituição, mas também pela dificuldade de manter as aulas. “Nós não estamos conseguindo ter financiamento para os cursos técnicos. A carreira dos professores do ensino básico e tecnológico aqui na universidade está em extinção e também pela necessidade desses departamentos ofertarem novos cursos na área de graduação para o Paraná”, afirma.

Segundo a UTFPR, com o fechamento dos cursos médios, será possível abrir duas novas graduações: a de engenharia mecatrônica, que deve abrir já em 2016; e a de engenharia sanitária ambiental, em 2017.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Sobre o resultado da 2ª fase do vestibular da UFPR

por Geovani Valente*

A Lei nº 12.711/2012 dispõe:
Art. 4º As instituições federais de ensino técnico de nível médio reservarão, em cada concurso seletivo para ingresso em cada curso, por turno, no mínimo 50% (cinquenta por cento) de suas vagas para estudantes que cursaram integralmente o ensino fundamental em escolas públicas.
Parágrafo único. No preenchimento das vagas de que trata o caput deste artigo, 50% (cinquenta por cento) deverão ser reservados aos estudantes oriundos de famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salário-mínimo (um salário-mínimo e meio) per capita.
Art. 5º Em cada instituição federal de ensino técnico de nível médio, as vagas de que trata o art. 4o desta Lei serão preenchidas, por curso e turno, por autodeclarados pretos, pardos e indígenas, em proporção no mínimo igual à de pretos, pardos e indígenas na população da unidade da Federação onde está instalada a instituição, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Resumindo: 50% para quem veio de escola pública (25% quem tem renda igual ou inferior a 1,5 salário mínimo per capita e 25% para quem simplesmente é de escola pública) e 50% são para concorrência geral. Frise-se que a lei não quantifica exatamente a cota racial. Fala que deve inserir, mas não fala como. Cada universidade estabelece.
Agora vamos ver na prática como isso fica. Utilizando o curso de Direito (noturno). São 70 vagas para o vestibular 2015/2016. 35 para ampla concorrência e 35 para quem veio de escola pública.
Dentro do pessoal de escola pública, dessas 35 vagas: se a renda é de 1,5 salário per capita, 06 vagas são para pretos, pardos e indígenas e 12 vagas para quem atende o critério da renda. Continuando a distribuição de vagas, percebe-se que independente da renda da pessoa, tem-se 05 vagas para pretos, pardos e indígenas e 12 vagas para quem simplesmente veio de escola pública. No final permanecem 35 vagas, galera. Só fazer a conta simples.
Agora analisando o assunto polêmico da vez: a nota de corte. Usando os dados informados pela UFPR para o curso de de Direito (noturno).
35 vagas concorrência geral: nota mínima de 47 questões e nota máxima de 68 questões. Totalizando entre concorrência geral e treineiros, 185 pessoas. Relação candidato/vaga é de 5,29.
18 vagas do critério de renda e escola pública: temos duas subdivisões. 
-06 vagas para pretos, pardos e indígenas: nota mínima 16 questões e nota máxima de 45 questões. Totalizando 26 pessoas convocadas para segunda fase. Relação candidato/vaga é de 4,33.
-12 vagas para pessoas que só atendem o critério de renda: nota mínima 27 questões e nota máxima de 47 questões. Totalizando 62 pessoas convocadas para segunda fase. Relação candidato/vaga é de 5,16.

17 vagas do critério de só ter vindo de escola pública: temos duas subdivisões.
-05 vagas para pretos, pardos e indígenas: nota mínima 23 questões e nota máxima de 51 questões. Totalizando 25 pessoas convocadas para segunda fase. Relação candidato/vaga é de 5,00.
-12 vagas para pessoas que só vieram de escola pública: nota mínima 38 questões e nota máxima de 58 questões. Totalizando 65 pessoas convocadas para segunda fase. Relação candidato/vaga é de 5,42.

Você só compete no vestibular com quem se encaixa nos mesmos requisitos. Ainda que o curso de Direito tenha 70 vagas, se tu é preto (com renda inferior ou igual a 1,5 salário per capita), vai concorrer APENAS pelas 06 vagas. E ainda vai lutar com 26 pessoas para conseguir essa proeza.
Outro aspecto interessante é a relação candidato/vaga das classes elencadas acima. Praticamente todas mantêm 5 candidatos por vaga. Ou seja, se você estudou em escola particular vai competir com mais 5 pessoas pela vaga. E se tu estudou em escola pública, tendo uma renda mais baixa, concorrerá com alguém nessa mesma qualificação (também 05 pessoas). Isso me parece muito justo.
Muito se fala da alteração das notas de corte, mas isso só ocorreu porque, de fato, começaram a aplicar o critério de igualdade já na primeira fase do vestibular. Chega a ser ridículo fazer alguém que não fez cursinho, ou teve aulas em instituições de elite, acertar a mesma quantidade de questões para passar para a segunda fase.
O pessoal oriundo dessas políticas públicas vai sofrer quando entrar na universidade? Vai. Mas não será com a dificuldade de aprendizado. A universidade só deixa entrar quem compete e se destaca por uma vaga. Quem passa no vestibular, fez por merecer. Vai ter que estudar muito para se formar, mas vai conseguir. Essa gente, chamada de "cotista" vai sofrer é com o preconceito, infelizmente. Basta ver os comentários sobre o resultado da segunda fase para ver o que os aguarda. Esse é nosso país.
Todos são iguais perante a lei. Mas o que é igualdade? Penso que Aristóteles deu uma boa dica de que como tentar promover a igualdade: “Devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de sua desigualdade.”
Quem escreve é um aluno cotista do 4º ano do curso de Direito da UFPR.

*Geovani Valente é estudante de Direito da Universidade Federal do Paraná
**Dados do NC-UFPR.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

A Curitiba lenta de Fruet

por Guilherme Barba*


A Prefeitura de Curitiba continua com seu discurso de que vai baixar a velocidade do centro para preservar vidas e não para faturar dinheiro com multas. Soa muito estranho a afirmação da Prefeitura, já que antes de mais nada, o cruzamento com maior número de acidentes de trânsito com morte de Curitiba (24 de Maio com Doutor Pedrosa) não faz parte da “área calma” – inclusive sequer tem radar. 
Mas vamos mais longe. De acordo com a Gazeta do Povo, de 2012 a 2014, 24 pessoas morreram em acidente de trânsito na tal “Área Calma” – nesse período, 709 pessoas morreram em acidentes de trânsito em Curitiba (sendo 106 na região central). Ou seja, na região da Área Calma – que é bem grande – aconteceram apenas 24% dos acidentes com morte da região central e “orgulhosos” 3,3% dos acidentes com mortes em Curitiba nesse período. Não é possível que não existam áreas mais relevantes para instalar radares ou mexer na sinalização, velocidade e afins.
De toda forma, diminuíram a velocidade do centro (sem nenhuma consulta pública, vale lembrar) e encheram de radar, mas ai conseguiram realizar mais uma bobagem digna da atual gestão municipal. Para poder colocar esses radares no centro, estão retirando de outras regiões, inclusive de áreas com alta incidência de acidentes de trânsito, como o cruzamento da Avenida João Gualberto com a Rua da Glória – extremamente próximo de estação-tubo Maria Clara e do cruzamento com a Luiz Leão, que estão entre os 13 pontos de maior incidência de acidente de trânsito com morte em Curitiba.
Poderíamos supor que a Área Calma não é só para diminuir as mortes, mas também acidentes trânsito. Mas ai caímos em um outro cenário que também não justifica essas mudanças e entupimento de radar, já que o Centro de Curitiba é a região com maior número de mortes no trânsito, mas não é a região com maior número de acidentes de trânsito (esse título fica com o CIC – que curiosamente não recebe essa atenção da Prefeitura. Somado a isso, o cruzamento com maior número de acidentes – não necessariamente fatais - na cidade fica em outro extremo, na Victor Ferreira do Amaral com a Linha Verde – desnecessário dizer que está completamente abandonada pela atual gestão municipal).
A atual gestão da Prefeitura consegue a façanha de piorar cada vez mais o trânsito da cidade. Pinta umas ciclofaixas em ruas estreitas (que inclusive eu tenho certeza que não respeitam a distância de 1,5m entre ciclista e carros), o que só facilita acidentes. O estado nas nossas vias é uma vergonha, com buracos enormes em ruas de alta circulação (nos bairros a situação consegue estar ainda pior). Aumentaram o preço da passagem de ônibus o quanto puderam (inclusive com a façanha de aumentar 50% o preço do domingueiro, um verdadeiro absurdo, bem como ignoraram determinação do Tribunal de Contas que mandava baixar o preço da passagem). Estão eliminando tudo quanto é vaga de estacionamento gratuita para colocar EstaR (tenho a sensação de que se pudesse, colocariam EstaR até em estacionamento privado) e agora inventam essa “área calma” que é só discurso de boas intenções, mas que só tem o objetivo de arrecadar com multa. E, para fechar, por duas vezes já houve greve geral que deixou a cidade completamente sem ônibus por alguns dias. Honestamente, o único lado positivo disso tudo é que 2016 está chegando!


*Guilherme Barba é jornalista e ex-servidor da Prefeitura Municipal de Curitiba

domingo, 15 de março de 2015

Vamos deixar a democracia seguir seu curso

Não aguentei, não posso ficar quieto. É muita asneira num país só: nas redes sociais, pseudo-blogueiros e até alguns jornalistas que, de certa maneira eu respeito.
Não, não sou da elite branca-pequeno-burguesa-paulista-conservadora-cristã. De todos esses adjetivos que o PT e suas adjacências tentam rotular quem lhes opõe, só me cabem “paulista” e “cristão” (meus amigos sabem que sou um cristão heterodoxo...), sou alguém que, como a maior parte dos brasileiros, sobrevive com a renda resultante do meu trabalho, sou negro, neto de nordestinos por parte de pai e descendente de escravos por parte de mãe. Alguns vão dizer “Edson você tem filiação partidária na oposição”, respondo que sim, mas isso não quer dizer que as pautas que defendo são anti-democráticas ou golpistas, acredito que a democracia é um valor fundamental, assim como a liberdade e sou movido, como maior parte dos brasileiros, por estar cansado. Vou às ruas pois (além do retorno da inflação) fundamentalmente, quatro pontos me incomodam muito:
1. Um sistema político que favorece os poucos que tem acesso a grandes recursos e à mídia; um sistema distante da população e seus anseios; um sistema que não reflete a proporcionalidade regional do país, dos estados e municípios e, muito menos, reflete a pluralidade ideológica do país.
2. Uma administração pública pesada (em todos os níveis da federação), que gasta mais tempo consigo mesmo do que resolvendo os problemas da população; administração essa que é refém das corporações, em suma, uma administração vítima da burocracia e do corporativismo, dois cupins da democracia.
3. Um sistema tributário/federativo bagunçado que pune quem gera receita, emprego e renda; um sistema que arrecada ferozmente, mas não dá a contrapartida aos municípios, cada vez mais pobres, nem à população que não enxerga nem entende o ralo que some com os recursos.
4. A corrupção institucionalizada no governo federal, que tem no Petrolão e as ações da Operação Lava-Jato um símbolo. Defender a Petrobras é gritar por uma investigação limpa, sem interferências, com um julgamento correto, sem companheiros-juízes e pela punição dos culpados. Nossa maior empresa foi sistematicamente pilhada por uma quadrilha que intenta a manutenção do poder de um grupo esquerdopata (atenção, disse esquerdopata, me considero ideologicamente mais alinhado à esquerda que à direita...) e que lança mão de um discurso odioso que separa os brasileiros, ao invés de unir.
Essa semana fui interpelado com a mesma pergunta várias vezes “Será que ir pra rua vai resolver alguma coisa?”, eu realmente não sei, mas não é do meu feitio ser espectador da história, quero ser um agente desse momento de mudança do país.
Vamos deixar a democracia seguir seu curso, vale lembrar que impeachment é não golpismo, é um dispositivo constitucional. O Brasil é um país doente, o tratamento é a radicalização da democracia. Dilma e o PT, até agora, se mostraram incompetentes na administração das dificuldades e crise (causadas pela incompetência e corrupção deste governo), ou o governo se toca e faz as mudanças que o país precisa ou o povo vai continuar nas ruas e vai mudar esse governo, como a democracia e a Constituição preveem.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Em crise, é preciso solução

(*) Artigo Juraci Barbosa

O Brasil está em crise. Não é de hoje. A inflação, detida pelo represamento artificial de preços controlados, já supera o teto da meta. As contas externas se deterioram. O dólar dispara. O PIB beira a recessão. Com faturamento em queda, empresas reduzem investimentos. O reflexo bate nos combalidos cofres da União.
Sem receitas para cobrir os gastos (em ano eleitoral), o governo federal decidiu atropelar a Lei de Responsabilidade Fiscal para encobrir o rombo, mascarado há anos, fazendo crescer a crise de credibilidade e deteriorando ainda mais as contas públicas.
A recessão no setor produtivo não deixa os estados de fora. Não é diferente com o Paraná, estado em que historicamente o custo da máquina administrativa compromete o desempenho da economia. Situação agravada nos últimos anos, pela falta de apoio federal.
A sociedade civil organizada reclama sempre — e com razão — de que não adianta aumentar impostos, se o recurso é consumido no custeio da máquina. É preciso outra receita.
O governador Beto Richa fez os ajustes necessários e foi austero no primeiro governo. A máquina pública estadual foi sofrendo cortes de 15% por ano no custeio. Talvez devesse ter sido ainda mais rigoroso. Por isso, a determinação agora é cortar mais 30%.
Mas o cobertor é curto. Cobre-se a cabeça e descobre-se os pés. Os investimentos não podem deixar de ser feitos. Hospitais, escolas, portos, aeroportos, rodovias exigem grandes somas. E podem ser financiados. Mas os empréstimos foram dificultados.
Por outro lado, depois de anos de recessão e represamentos salariais, notadamente na área da educação, que possui o maior contingente de servidores, e nas carreiras policiais. Soltou-se o pendulo. O governo concedeu significativas melhorias salariais, promoveu a reposição de contingentes. Os custos desses avanços impactaram no Tesouro do Estado. A economia não cresceu na mesma proporção nesse período. Pelo contrário: refluiu.

Agora é preciso a coragem de estadista de tomar decisões impositivas para resolver a situação financeira. Ou então ser irresponsável. Empurrar com a barriga e fazer de conta que o Paraná é uma ilha.
Corte de gastos administrativos, combate à sonegação, remanejamento e aplicação correta dos recursos são ferramentas perfeitamente legais e adequadas. O momento exige rigor, austeridade. Exige transparência e diálogo. Mas acima de tudo, exige ordem.
O Paraná está fazendo sua parte em benefício do interesse público. Está tomando as atitudes necessárias para garantir direitos, salários e benefícios dos servidores públicos. Coisa que não acontece com o trabalhador do setor privado, que não possui estabilidade, mas é chamado a pagar a conta.
(*) Juraci Barbosa é presidente da Fomento Paraná, do Instituto Teotônio Vilela-PR e do PSDB de Curitiba

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

PSDB vai ter candidato à Prefeitura de Curitiba e tem grandes nomes


O presidente do PSDB de Curitiba, Juraci Barbosa, confirmou nesta segunda-feira (2), durante a primeira reunião da executiva municipal, que o partido tem intenção de contar com representante próprio para a próxima eleição à Prefeitura de Curitiba e que possuem bons nomes em condição de disputar o pleito eleitoral. “Temos excelentes opções em nosso quadro e analisaremos cada projeto de maneira democrática, buscando oferecer a população uma candidatura sólida e que levará Curitiba novamente ao caminho do desenvolvimento”, disse Juraci Barbosa.

O PSDB de Curitiba tem ao menos seis nomes fortes para concorrer à Prefeitura de Curitiba: o ex-governador e ex-senador e atual Secretário de Assuntos Estratégicos Flávio Arns; o presidente da Sanepar, Mounir Chaowiche que fez uma revolução na habitação de Curitiba quando esteve na Cohab; o presidente da Compagás, Fernando Ghignone com excelentes serviços prestados a Curitiba e ao Estado; o presidente do Instituto Teotônio Vilela de Curitiba, ex-vereador Omar Sabbag Filho e os deputados estaduais com expressiva votação em Curitiba Mauro Moraes e Cantora Mara Lima.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Comentário sobre a "ajuda" do Governo Federal às enchentes no Paraná

Acho ridículo politizar sobre o assunto, mas para o PT a politicagem é mais importante do que a vida das pessoas e eu não posso aguentar calado.

Os incríveis 32 centavos que o governo federal deu para cada paranaense afetado pelas chuvas são uma puta falta de sacanagem!

Enquanto o Paraná recebeu 140 mil reais para mais de 440 mil pessoas, Santa Catarina recebeu mais de 5 milhões para 20 mil pessoas. Não queremos tratamento diferenciado, queremos isonomia, não precisamos de esmola!

Por isso eu registro meu desprezo (achei melhor que repúdio) a esse governo corrupto, imoral e sem noção; quero mesmo, pelo bem do Brasil, que esse câncer seja extirpado das entranhas da república.

Ahhh... aquela historinha de que o Governo do Paraná não pediu ajuda é mentira! Segunda-feira houve uma reunião aqui em Curitiba com o ministro da integração nacional, na reunião foram mostradas várias fotos sobre a situação do Paraná e foram solicitadas ajuda humanitária imediata (cerca de 5 milhões de reais) e ajuda para o reordenamento dos prejuízos, hoje estimados em 500 milhões de reais. O Governo Federal liberou 140 mil, mas gastou 200 mil com a comitiva que veio a Curitiba.

obs.: quem puder ajudar, continuamos arrecadando donativos, as prioridades são as mesmas: colchões, água, cobertores e roupas de frio