quinta-feira, 18 de junho de 2009

Internet na campanha de 2010


Os líderes dos partidos com representação na Câmara costuram um acordo para incluir a internet no projeto de reformulação da lei eleitoral.

O texto deve ser fechado no início da semana que vem. No que diz respeito à rede, deve prever o seguinte:

1. Candidatos e partidos poderão recolher fundos de campanha por meio da internet. Valerá só para doações de pessoas físicas;

2. Além da propaganda no rádio e na TV, será permitida a publicidade eleitoral em sítios mantidos por candidatos e partidos políticos na web;

3. Será vetada a veiculação na rede de propaganda paga.

Deve-se permitir, porém, que anúncios políticos veiculados em jornais e revistas sejam reproduzidos nas páginas eletrônicas dos veículos de comunicação;

4. A nova lei deve autorizar o envio de mensagens eletrônicas aos eleitores;

5. Provedores de intermet serão proibidor de vender ou ceder dados cadastrais de seus assinantes a partidos e candidatos.


Dados estatísticos e estudos mostram que o número de celulares no Brasil ultrapassa 150 milhões de unidades e que a Internet prospera em quase todos os sentidos: hoje os usuários somam 65 milhões de brasileiros, a televisão será ultrapassada em 2010, como a publicidade na Internet já ultrapassou as TVs por assinatura. Dick Morris, consultor em marketing político, que ajudou a eleger Bill Clinton presidente dos Estados Unidos em 1992, disse que a Internet substituirá a televisão como força dominante na política.


A utilização crescente dos computadores, inclusive nas regiões mais carentes do Brasil, logo favorecerá a interpretação positiva de que é o meio mais democrático, porque nunca houve uma forma tão rápida, expansiva e com capacidade de conectar tantas pessoas de todo o mundo para uma militância virtual e mais engajada.


Fontes: Blog do Josias e Blog do Raul

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