sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Beto defende igualdade na distribuição dos royalties do pré-sal

O governador Beto Richa defendeu nesta quinta-feira (29/09) a distribuição igualitária dos royalties gerados com a exploração do petróleo na camada Pré-Sal. Durante encontro com os demais governadores que integram o Conselho de Desenvolvimento e Integração do Sul (Codesul), em Porto Alegre.

Richa foi enfático em defender a derrubada pelo Congresso Nacional do veto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à chamada Emenda Ibsen, que garante a distribuição igualitária dos recursos do petróleo entre estados produtores e não-produtores. “Temos que unir forças e somar energias para defender os nossos interesses. A divisão igualitária dos royalties é justa e democrática”. 

Segundo o Presidente do PSDB do Paraná, nove de 10 tentativas de extração de petróleo são frustradas, mas entram no custo da União e na conta que é paga por todo o País. “Não é justo que a tentativa que rende não seja dividida entre todos”, declarou. 

Fonte: AEN

Recuperação do patrimônio público custa mais de R$ 2 milhões para a Prefeitura de Curitiba


Poxa galera, vamos cuidar do que é nosso né?

Altos valores são aplicados na recuperação de bens públicos pichados. Dados da Secretaria Municipal de Obras Públicas revelam que anualmente a Prefeitura de Curitiba gasta cerca de R$ 1 milhão, mais custos operacionais, na recuperação de patrimônio alvo de pichações.

"São recursos que poderiam ser aplicados em outros projetos, mas deixar os lugares pichados ou depredados é virar refém dessa prática e contribuir para a insegurança na cidade", complementou Chain, Secretário Municipal de Defesa Social.

Além do custo para eliminar as pichações, a depredação de luminárias, postes, lâmpadas e furto de cabos causam um prejuízo anual de R$ 400 mil. De cada quatro lâmpadas trocadas pela Prefeitura, pelo menos uma é motivada por vandalismo.

Outros R$ 90 mil são investidos todos os anos na substituição de tampas e bueiros de ferro furtados na região central da capital. A recuperação de plantas e do mobiliário de parques e praças depredados consome mais R$ 45 mil anualmente.

Segundo a URBS, no ano passado 932 ônibus, 106 deles em dias de jogos de futebol, foram alvo de vândalos, deixando para o sistema de transporte um prejuízo de R$ 202 mil. Se computados os custos com reparos diários em terminais e estações tubo, a despesa sobe para R$ 301 mil.

Se fossem trocadas as janelas de vidro de ônibus que estão riscadas este custo subiria para R$ 2,8 milhões. O sistema tem 35 mil janelas e destas, 11,3 mil estão riscadas. 

Neste ano, até 30 de agosto, o prejuízo com o vandalismo em 499 ônibus é de R$ 95 mil.

Fonte: PMC

Coerência. O Pilar Essencial do Verdadeiro Líder.


Que o líder competente inspira pessoas comuns para atingir objetivos incomuns, não é nenhuma novidade. O que nem todos sabem é que antes de pretender liderar os outros, você precisa aprender a liderar a si mesmo.

A literatura – assim como a maioria dos programas de desenvolvimento de líderes – ainda enfatiza o uso de técnicas sobre como melhor comandar subordinados e como transformar nossas equipes em um time de alta performance. Só que ensinam, no máximo, a sermos gerentes mais eficientes da vida dos outros, não necessariamente a sermos líderes mais eficazes da nossa própria vida.

Sabemos que, ao liderar, desafiamos as pessoas a mudarem seus hábitos cotidianos, posturas, atitudes, comportamentos, modos de pensar. Enfim, a modificar a forma de encarar suas vidas. Mas, precisamos entender que a mudança começa dentro de cada um de nós. O líder, quando deseja mudar algo, deve começar a mudança em si. Deve inspirar pelo exemplo, não apenas pelo discurso.

Não se trata de uma questão técnica. Trata-se de um conjunto de atitudes, posturas, de algo intangível, mas bastante diferenciador na competência do líder. Para liderar a si próprio, cada um precisa ter uma clara percepção das suas competências e emoções, pontos fortes e fracos, necessidades, desejos e impulsos. Quem possui um elevado nível de autoconhecimento sabe o efeito que seus sentimentos têm sobre si mesmo, sobre as outras pessoas e sobre seu desempenho. Por exemplo, um líder que reconhece sua dificuldade em lidar com prazos muito curtos, planeja seu tempo cuidadosamente e delega tarefas com antecedência.

Quem se conhece bem sabe aonde quer chegar e por quê. Assim, é capaz de recusar uma oferta de trabalho financeiramente tentadora, se isso for contra seus princípios ou não se alinhar com seus objetivos de longo prazo. Por outro lado, quem não se conhece adequadamente acaba tomando decisões que geram insatisfação interior por ferirem valores profundos. E, certamente, isso afetará de forma negativa a maneira como irá liderar os outros.

Quem se conhece, admite seus fracassos com franqueza e até relata essas situações com naturalidade. Essa é uma forte característica dos que sabem liderar a si próprios, pois não necessitam fingir todo o tempo, nem tentam ser o que não são. Outra característica é a autoconfiança; aposta em seus pontos fortes, mas sabe pedir ajuda, se necessário.

Outro ponto importante para quem pretende liderar sua vida tão bem quanto pretende liderar os outros: aprender a exercer a liderança de forma coerente nas várias dimensões da vida – no escritório, em casa, na escola, na comunidade. A liderança não ocorre apenas quando estamos no trabalho. Muitos exercem o papel de líder apenas quando estão no seu ambiente formal e se comportam de modo completamente diferente – às vezes até antagônico – em outras circunstâncias da vida. Defendem certas posições e valores quando estão com o crachá das suas organizações, mas têm outras atitudes quando estão em casa ou em situações do cotidiano.

Recentemente, um alto executivo de uma grande empresa me relatou que sua filha que o acompanhava em uma viagem percebeu quando ele tentava “furar” uma longa fila para o check-in no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Na frente de todos, a jovem exclamou: “Papai, você é um líder apenas quando está engravatado no escritório. Lá todos falam que você defende valores de integridade, transparência etc. Deveria ter o mesmo comportamento também em casa e aqui no aeroporto!”

De forma emocionada, sumarizou seu aprendizado: “Preciso ser um líder 24 horas por dia e não apenas um líder meio turno.” Perceber, mesmo a duras penas, a mudança que precisa promover em si mesmo é o primeiro e belo passo para aumentar sua capacidade de liderar outras pessoas.


Fonte: Blog do Líder

Editorial (O Globo): A falta que faz a cláusula de barreira

A ressurreição do PSD (Partido Social Democrático) cumpre a sina desta sigla histórica de servir para a acomodação de forças políticas. Nada a ver com uma legenda surgida de bases com projeto próprio, insatisfeitas com os rumos da política e que, por isso, decidem lançar uma nova proposta ao eleitorado.

Se, em 1945, o partido saiu do varguismo apenas para, ao lado do PTB, aumentar a artilharia contra a UDN, ele reemerge em São Paulo por iniciativa do demista Gilberto Kassab, só para o prefeito escapar do emparedamento entre tucanos e petistas, e poder estabelecer alianças com liberdade, não importa com quem, tudo a depender das condições oferecidas.

Nas palavras do seu reinventor, o PSD não é de direita, nem de esquerda, nem de centro. Por suposto.

A definição é perfeita para o próprio quadro partidário brasileiro, muito pulverizado.

Com notórias exceções, são legendas sem ideologia clara, tampouco têm projeto de governo e poder. Aliás, como o fisiologismo passou a guiar as negociações de alianças desde a ascensão do lulopetismo, em 2003, mesmo partidos com história de luta político-ideológica perderam o rumo programático e também entraram no pregão do toma lá da cá em Brasília.

O PSD nada acrescenta ao quadro partidário do ponto de vista do interesse do eleitor preocupado em dar um destino responsável a seu voto. Apenas põe mais uma carta neste confuso baralho.

Mas ao menos serve para serem recolocadas em circulação propostas de cláusulas de barreira, ou desempenho, necessárias para limpar este quadro partidário poluído de legendas nanicas, de aluguel. Várias são, literalmente, guichês de negociatas, em que são vendidos horário na programação política dita gratuita, apoios etc.

E enquanto isso seus “dirigentes” faturam o dinheiro fácil do contribuinte transferido para o fundo partidário e obrigatoriamente distribuído entre todos os partidos, inclusive os de aluguel, é claro.

No final de 2006, o Supremo Tribunal Federal (STF) revogou lei aprovada em 1995 que instituíra cláusulas de barreira para entrarem em vigor uma década depois: o partido teria de atrair pelo menos 5% dos votos nacionais e 2% ou mais em no mínimo nove estados. Caiu sob o argumento de que contrariava o preceito constitucional do pluralismo.

Mas também pesou o fato de o assunto ter sido regulado por lei ordinária. Há quem, no próprio STF, considere ser viável tratar do tema por meio de emenda constitucional, em que precisaria existir algum dispositivo para manter as legendas chamadas programáticas e históricas.

A opinião foi dada pelo ministro Ricardo Lewandoswski, em entrevista publicada em junho pelo “Consultor Jurídico”. Ele parte do princípio, correto, de que um número excessivo de partidos não faz bem à democracia.

Regimes democráticos sólidos têm filtros para impedir o espalhamento partidário. A Alemanha é o caso sempre citado, e sem ter impedido a criação e fortalecimento do Partido Verde.

Mesmo o Brasil, no Código Eleitoral de 1950, depois da ditadura do Estado Novo varguista, previa barreiras a serem ultrapassadas pelas legendas.

Costuma-se reclamar do “presidencialismo de coalizão”. Mas o problema está no número das legendas que se apresentam para as alianças. Com a dificuldade de serem alcançadas maiorias pelas urnas, é grande a tentação de instituir-se o “presidencialismo de transação”.

Fonte: Blog do Noblat

Boa nova: a Rua 24 horas vai reabrir


A Rua 24 Horas vai reabrir no dia 26 de outubro às 10h. Segundo a Prefeitura de Curitiba, o espaço remodelado terá praça de alimentação, lavanderia, papelaria, livraria, casa lotérica, correios, atendimento bancário, chocolateria, café, adega, casas de lanches, souvernires, confeitaria, artesanato, sorvetes e perfumaria e cosméticos. Alguns dos quiosques: Liquore Café, Subway, Banco do Brasil, Bradesco, Porco Nobre, Chocolates Gramado, Cosméticos Foco, Lux Presentes, Revistaria 24 Horas, Vanila Sky.

Fonte: Zé Beto

por PVC: O país do contra-ataque

O Brasil do segundo tempo contra a Argentina tem vários elogios a receber. Para Cortês, de excelente atuação e participação nos dois gols da vitória. Para Danilo, do passe perfeito para Lucas, o melhor do jogo enquanto esteve em campo, fazer 1 x 0. Para Neymar, também.

O Brasil do primeiro tempo merece o elogio de ter marcado no campo de ataque, característica que Mano Menezes tenta imprimir ao time. Mas contra a Argentina fechada, o jogo à base de posse de bola, pouco espaço, a Seleção não cria.

Teve chance concreta aos 6 minutos, quando Lucas arriscou o drible sobre Papa e chutou cruzado. E aos 28 minutos, quando Lucas, outra vez, passou por quatro argentinos, em velocidade, rolou para Borges e Neymar quase fez 1 x 0.

A reflexão sobre o crescimento da Seleção quando pode contra-atacar remete ao pensamento dos espanhois no início da gestão de Luis Aragonés, em 2004. Naquela época, havia os que desejavam ver a Espanha jogando na imposição física e velocidade. Em vez disso, decidiu-se apostar no tiki-taka, ou seja, na posse de bola.

Mano Menezes monta seu time á base da posse de bola, até porque é necessário jogar assim contra vários adversários. Contra o Brasil, ainda, os rivais se fecham e obrigam a achar espaço. Viciado em contra-ataque, a Seleção acha mais vezes esse espaço quando pode arrancar em velocidade, da defesa até o gol.

Talvez por isso, o time da posse de bola de Mano Menezes tenha feito 21 gols em 16 partidas, média baixa de 1,31. Desses 21 gols, 12 de posse de bola, 3 de bola parada, 4 de contra-ataque.

Fonte: Blog do PVC

Ministra petista quer tirar propaganda do ar

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